Ask me anything   Submit   A materialização das ideias resulta num mundo de palavras que dentro de nós, se revelam, se ligam, se mostram, se produzem. A união de todas elas se dá através em um resultado uníssono: Pensamentos, ideologias, crenças, um mundo. A cura! Como diria Nietzsche, "Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas." Paradoxo. Na ideologia pura de Rimbaud: "Expliquei então meus sofismas mágicos pela alucinação das palavras!..."

twitter.com/laricalderari:

    "Gosto de ficar na sombra das coisas no segredo delas, gosto de entranhar a criação de vagar como as ideias como a arte que se estranha  e, incerto, incauto renasço a cada dia."

- Adonis

    "Gosto de ficar na sombra das coisas no segredo delas, gosto de entranhar a criação de vagar como as ideias como a arte que se estranha  e, incerto, incauto renasço a cada dia."

    - Adonis

    — Há 1 ano

    alegria tipo curumim.

    — Há 1 ano
    (roman à clef de um amigo gay)

    "Eye to eye we need no words at all"



    Quem vos fala é uma leitora assídua da realidade amorosa pseudo realista da humanidade.
    Não necessariamente a mãe da experiência, tão pouco enteada da pureza. Escrevo pois sinto que devo documentar os fatos que correm, não voltam, renovam-se.
    É, eu nunca imaginaria… Em pensar que tudo começou por causa dos horários que ao acaso se uniram. (sem detalhes)


    Era quarta, o meio. Numa brisa de um beck a sombra da luz do sol bateu no pensamento e voltou para o olhar dos dois.
    Em uma brincadeira, luta, risos ”aeróbicos”, almofadas ao vento (e intenções?!) o ato-boato-consumação-beijo aconteceu numa pureza tão formidável quanto Adão e Eva ao reconhecer-se nus.
    Não teve jeito. A corrente sanguinea percorrida pelos poros invadiu-uniu-se tomando ambos os corpos numa sintonia iniguialável feito fogo quando instigado pelo álcool…

    Inquietações, pensamentos, um dia sem a presença…

    Saudade?

    Vontade.



    O olhar pueril-ininterrupto voltou a abraçar minha mente. Não dava para evitar a vontade que dá de desvendar cada pedacinho daquele ser desconhecido, tão diferente da minha esquisitice, tão jovem, com cheiro de madeira fresca.
    O misticismo imitava o que hora provocava a curiosidade, hora o tesão… Mistérios que cada alma guarda dentro de si.



    Somente um dia, e mais vontade acumulara.
    Tudo se fez, e o dia passou…

    Saudade?

    Curiosidade.

    Atos jamais consumados. Lugares explorados. Provas concretas da existência de algo novo.



    "I see you through the smokey air
    Can’t you feel the weight of my stare
    You’re so close but still a world away” sábias palavras de uma canção.




    Enquanto o sol toca o chão de ninguém por aí, a poeira do mundo invade a cena do meus 200 milhões de eu’s pré desvendados… O piano vai contornando os planos.

    — Há 1 ano
    Quer mesmo saber?
    We are the young ones crying out
    Full of anger, full of doubt
    And we’re breaking all of the rules
    Never choosing to be fools
    We are tired of being used
    We are constantly excused
    In the battle and the heat
    In the shadow of retreat
    We are the people one and all
    From deliverance to the fall
    From the bitter to the brave
    From the cradle to the grave

    #BreakingAllTheRules #PeterFrampton

    — Há 1 ano

    "All those lonely, lonely times."

    — Há 1 ano

    "Estamos nós, que vivemos no presente, condenados a nunca experimentar a autonomia, nunca pisarmos, nem que seja por um momento sequer, num pedaço de terra governado apenas pela liberdade? Estamos reduzidos a sentir nostalgia pelo passado, ou pelo futuro? Devemos esperar até que o mundo inteiro esteja livre do controle político para que pelo menos um de nós possa afirmar que sabe o que é ser livre? Tanto a lógica quanto a emoção condenam tal suposição. (…) Acredito que, dando conseqüência ao que aprendemos com histórias sobre "ilhas na rede", tanto do passado quanto do futuro, possamos coletar evidências suficientes para sugerir que um certo "enclave livre" não é apenas possível nos dias de hoje, mas é também real. Toda minha pesquisa e minhas especulações cristalizaram-se em torno do conceito de Zona Autônoma Temporária (TAZ)."

    # HakimBey

    — Há 1 ano
    El desdichado deste domingo ~

    O olhar da guitarra ninguém via, só se ouvia seus desesperados suspiros, seus singelos gritos no resplendor de cores jogadas ao ar, disseminadas feito num prisma psicodélico. A saliva do ator principal do palco jorrava como o vento de sua alma cálida que voava a ‘dez anos a mil’ com medo de sentir que ficava sempre nos ‘mil anos a dez’.

    Há rumores que a sua energia não é mais a mesma de anos atrás, afinal são 55 anos de malemolências.

    Discordo.

    As ondulações reproduzidas naquele palco-teatro misturadas com letras-textos, música-poesia, acordes e semi tons, gritos de fãs e olhares abasbacados não se compara a nenhuma modinha-bandinha-musiquinha-bobinha que a contemporaneidade oferece-ensina ao público a rebolar o kuduro, fazer o tchetchererétchetchê, ser top capa de revista, ir à humilde residência e a porra toda vazia, putrefata que os ouvidos e a boca da massa, ó pobre massa, diz curtir.

    Eu gosto mesmo é daquilo que senti ontem, no canto esquerdo da primeira fila, em frente ao palco: Eu gosto de sentir a música pulsar da alma e trazer todas as mais fortes consequências, e gritar bem alto o quanto ‘eu sou nada e é isso que me convém’. Lobão, banda, Mari. Meu muito obrigada por darem a min ‘alma um tilintar novo e especial. Isso escorre intensamente de minha mente, não tem jeito, e perpetuará até a próxima dose de ‘Lobão Elétrico’.


    — há Há 1 ano com 1 nota

    QUERIDO DIÁRIO

    (TÓPICOS PARA UMA SEMANA UTÓPICA) *por Cazuza

     

    Segunda-feira:

    Criar a partir do feio

    Enfeitar o feio

    Até o feio seduzir o belo

     

    Terça-feira:

    Evitar mentiras meigas

    Enfrentar taras obscuras

    Amar de pau duro

     

    Quarta-feira:

    Magia acima de tudo

    Drogas, barbitúricos

    I Ching

    Seitas macabras

    O irracional como

    aceitação do universo

     

    Quinta-feira:

    Olhar o mundo

    Com a coragem do cego

    Ler da tua boca as palavras

    Com a atenção do surdo

    Falar com os olhos e as mãos

    Como fazem os mudos

     

    Sexta-feira:

    Assunto de família:

    Melhor fazer as malas

    E procurar uma nova

    (Só as mães são felizes)

     

    Sábado:

    Não adianta desperdiçar sofrimento

    Por quem não merece

    É como escrever poemas no papel higiênico

    E limpar o cu

    Com os sentimentos mais nobres

     

    Domingo:

    Não pisar em falso

    Nem nos formigueiros de domingo

    Amar ensina a não ser só

    Só fogos de São João no céu sem lua

    Mas reparar e não pisar em falso

    Nem nas moitas dos metrôs nos muros

    E esquinas sacanas comendo a rua

    Porque amar ensina a ser só

    Lamente longe, por favor

    Chore sem fazer barulho



    — há Há 1 ano com 1 nota